segunda-feira, 18 de junho de 2012

A falácia da recomposição de APP e Reserva Legal

É fácil recuperar, é só deixar a mata voltar. Ilustração Paulo André Vieira

Os ruralistas parecem ter um argumento forte quanto à recomposição de Áreas de Preservação Permanente e Reservas Legais: fica muito caro! E pode ficar mesmo. O reflorestamento até de exóticas e de florestas homogêneas pode custar desde 2 mil reais até muito mais por hectare. O reflorestamento com essências nativas, se bem feito, fica ainda mais difícil e caro. Mas o “x” da questão é que pode custar nada ou quase nada.

O primeiro reflorestamento com essências nativas de que se tem notícia e registro no Brasil foi executado ainda na época do segundo império. Foi na Floresta da Tijuca, no Rio de Janeiro. A ação foi coordenada pelo major Gomes Archer, a partir de 1861, com o objetivo de garantir água limpa para a cidade. Archer trabalhou 13 anos plantando cerca de 100.000 mudas de espécies eminentemente da Mata Atlântica, substituindo plantações de café e cana de açúcar que haviam se estabelecido no local. Continuou seu trabalho o barão de Escragnolle e o resultado é a magnífica floresta do hoje Parque Nacional da Tijuca. 

Há inúmeros outros exemplos de reflorestamento executados no país, quer seja por empresas privadas ou públicas, por agências governamentais ou por ONGs. Só para dar um exemplo, a Companhia Energética de São Paulo (CESP) chegou a reflorestar 700 hectares por ano exclusivamente com essências nativas da Mata Atlântica. Mas, como disse, os exemplos abundam.

Contudo o que nos interessa agora é mostrar que a floresta pode retornar sem custos, justamente para retirar o argumento falacioso de que os proprietários rurais não têm como reflorestar ou recompor as Áreas de Preservação Permanentes (APPs) e as Reservas Legais. 

Na maioria das vezes nada é preciso ser feito para recompor uma floresta. Um dos melhores exemplos está no Parque Nacional do Iguaçu. Os 12.000 hectares que foram ocupados por agricultura dentro dos limites do Parque Nacional do Iguaçu, hoje, pouco mais de duas décadas depois, se transformaram em uma floresta que se confunde com aquelas que não foram mexidas dentro do mesmo Parque. 

Mas, essa experiência foi repetida mil e uma vezes. Qualquer fazendeiro ou agricultor, qualquer agrônomo, qualquer técnico rural, qualquer pessoa que entenda algo da natureza, sabe que a proteção de uma área desmatada costuma bastar para recuperar a vegetação. Quiçá lentamente se o solo for pobre e maltratado, ou rapidamente se as condições são normais. Sem custos, sem esforço, sem assombrar os agricultores mais pobres. 


Ministra do Meio Ambiente se diz otimista a respeito de documento final da Rio+20


ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, se disse muito otimista a respeito do documento final a ser apresentado aos chefes de Estado que participarão da Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, a Rio +20.
“Tive uma reunião ontem quase meia-noite e outra hoje pela manhã e as notícias que eu tenho são muito promissoras em torno de avanços e consenso. A sinalização dos nossos negociadores é bastante positiva”, contou a ministra que não quis adiantar detalhes, apenas afirmou que o ponto ainda mais sensível do texto diz respeito aos meios econômicos adicionais para a implementação de metas.
Izabella Teixeira participou nesta manhã de um fórum sobre igualdade de gênero no Espaço Humanidade 2012, no Forte de Copacabana, zona sul do Rio, que faz parte dos eventos paralelos da Rio+20.
A ministra explicou que a partir de amanhã começam as reuniões bilaterais, que fazem parte da rotina. “Os diálogos com os ministros e depois com os chefes de governos e os chefes de Estado.”
A ministra disse ainda que embora haja datas e prazos é comum no processo de negociação que esses marcos acabem se estendendo, pois envolvem um grande número de países. “Agora temos que ouvir, consultar e procurar os caminhos de convergência”.
Oficialmente, os negociadores deveriam finalizar até hoje o documento final para ser entregue aos líderes políticos. Devido à falta de consenso, o prazo poderá ser até a véspera das reuniões com os chefes de Estado que começa no dia 20 e termina no dia 22 deste mês

Minha Casa Minha Vida. saiba como se cadastrar em Manaus

O cadastro é gratuito e só na internet
A SEHAF vem informar a todos os interessados que o cadastro para os programas de habitação da Prefeitura de Manaus NÃO É REALIZADO ATRAVÉS DE FICHAS OU FORMULÁRIOS DE PAPEL, sendo usado apenas o Sistema de Cadastro de Habitação – SISHAB, que encontra-se no nosso endereço eletrônico http://sehaf.manaus.am.gov.br/sishab, disponível 24 horas. (mais…)



Relação de Lan Houses conveniadas em Manaus para realizar a partir do dia 04/06 o cadastro no SISHAB (Minha casa minha Vida)

As Lan Houses conveniadas e aptas a realizar a partir de segunda-feira dia 04/06, nos horários de 8h às 12h e de 13h às 17h, o cadastro no SISHAB de forma gratuita, estão publicadas na lista abaixo. O candidato poderá usar uma ou até duas máquinas com acesso a internet para realizar o seu cadastro, contando com ajuda de um bolsista do Programa Bolsa Universidade da Prefeitura de Manaus, tudo isso sem custo, mas se o candidato optar em imprimir o seu comprovante, ele terá que pagar R$ 0,75 por cada impressão, que pode ser uma página ou até 3 páginas, dependendo do número de moradores do domicílio.ZONA OESTELS CYBER CAFÉ & INFORMATICARua da Independência, Nº 06 Bairro: Nova EsperançaTel. 3657-7382   Responsável: Léo SilvaMEGHATTRON CYBER LANRua boa esperança, Nº 02 Bairro: Nova EsperançaTel.3657-9131    Responsável FabrícioCYBER MADRIRua Amazonas, Nº 117 Bairro: Compensa ITel. 3625-9798 Responsável: IsmeudaGEEK CYBER E INFORMATICARua São Pedro, Nº 1030, Bairro: Compensa IITel.3625-3809    Responsável: RuthMR SERVICE LAN HOUSERua Monsenhor Coutinho, Nº182, Bairro: CentroTel.3635-9544    Responsável: AryATLANTIS 1 LAN HOUSERua Senador Cunha Melo, Nº 771 Bairro: São JorgeTel. 3671-3765   Responsável: FaustoCYBER CONEXÃO MANAUSRua Rui Araújo, Nº 7 Bairro: Alvorada ITel. 3238-2324   Responsável: DeboraN. A. CONEXÃORua Goiânia, 457 Bairro: RedençãoTel. 3308-8883 Responsável: NicksonZONA SUL E-MAIL. COMAv. Leopoldo Peres, Nº 703 Bairro: EducandosTel.3629-1189    Responsável: CassianoADRENALINA CYBER CAFERua Gênesis, nº10 Bairro: PetrópolisTel. 3663-9775 Responsável:  HaylenNET MANAUSRua São Benedito, Nº 858 Bairro: Morro da LiberdadeTe. 3624-0120    Responsável: SamuelSTRIKE LAN HOUSE IIAv. Rodrigo Otavio, Nº 597 Bairro: Japiim ITel. 8806-7389   Responsável: RaimundinhoMASTEC CYBERAv. Tefé, Nº 650 Bairro: Japiim ITel. 8251 6197   Responsável: DanielATLANTIS 3 LAN HOUSEAv. André Araujo, Nº 79 AleixoTel. 3304 2107   Responsável: WagnoZONA NORTESERVICE CYBERAv. Arquit. Jose Henrique B. Rodrigues, Nº 108                Bairro: Monte da OliveiraTel. 8112 2533   Responsável: IsaiasRT VINENTE SERVIÇOSAv. Das Oliveiras, Nº 87                Bairro: Novo IsraelTel. 3636 6349   Responsável: RucileyLINUS CYBERRua São João, Nº 168 Comunidade São PedroTel. 3651 5604   Responsável: CharlesEMILLY CYBER CAFÉAv. 7 de Maio, Nº 31B   Bairro: Santa EtelvinaTel. 9263 0775   Responsável: VilacyLS CYBER CAFÉ IIAv. Ramo D, Nº 78 Bairro: Amazonino Mendes Cidade Nova 5Tel.3649 9925    Responsável: LagildoGLOBAL. NET SOLUÇÕESRua Paraná Mirim, Nº 118 C1, em frente Terminal 3 Bairro: Cidade Nova ITel.3321-0881    Responsável: MárcioWINDONS CYBER CAFÉAv. Penetração 2,Nº 60 Qd, 17  Bairro: Canaranas – Cidade Nova IITel. 3636-8216   Responsável: SandroBROTHER’S LAN HOUSERua Cidade do Porto, Nº 604, Cj Nova Cidade  Cidade Nova 2Tel. 3667-5352  Responsável: MoisésN-TECH 3Av. Nossa Senhora de Fátima, Nº452     Bairro: Cidade de DeusTel.9239 1791    Responsável: NeilsonTRIBAL LAN HOUSERua Aranga, Nº 323 (antiga rua 11)          Bairro: ManoaTel. 8253 0969   Responsável: DouglasZONA LESTEWHSC CYBER INFORMATICARua São Pedro, Nº 303  Bairro: CoroadoTel. 9385 3919   Responsável: TaniaKIMERA LAN E CYBERRua Menandro Tapajos, Nº 51  Bairro: Colônia Antônio AleixoTel.9461 0287    Responsável: PatrickCONECTION LAN HOUSERua I, Qd 24, Nº 24A       Bairro: Armando MendesTel. 9337 3008   Responsável: JoãoMASTER LAN E CYBERTravessa Verão, Nº 19   Conj Asteca, Bairro: Coroado 3Tel.  3304-6634 Responsável: ElianeMAGNATAS.COMRua das Papoulas, Nº 06 Bairro: Jorge Teixeira 1º EtapaTel. 8199-3126   Responsável: HiltonSILK&SIGN CYBER CAFÉRua 18, Nº 65 – lj 4          Bairro: São Jose IITel. 3248-1866 Responsável: ElaneINFORNET CYBERRua I, Nº 112-2, Cj João Bosco II Bairro: São Jose ITel. 9131 5535   Responsável: AlbertoIMPERIO CENTROS DE INCLUSÃO DIGITALAv. Rio Negro, Nº 65      Bairro: MauazinhoTel. 9482 2404   Responsável: JamilRED SHOT LAN HOUSEAv. Perimentral, Nº 1837 Bairro: Grande VitoriaTel. 9107 2383   Responsável: ValmarParceiros na ação: Fundação Municipal de Inclusão Socioeducacional – FMdS e Associação Amazonense de Centros de Inclusão Social – AACID.

domingo, 17 de junho de 2012

MP-AM faz balanço das ações propostas contra prefeitos no primeiro semestre de 2012


Dentre as várias atribuições do Ministério Público do Estado do Amazonas na defesa dos direitos da coletividade, está o oferecimento de denúncia criminal contra gestores públicos por irregularidades cometidas durante o exercício de mandato, como, por exemplo, a má aplicação do dinheiro público, desvio de verbas e superfaturamento de obras. A Subprocuradoria-Geral de Justiça para Assuntos Jurídicos e Institucionais do MP-AM fez um balanço dos processos em tramitação no Tribunal de Justiça, enviado neste primeiro semestre de 2012.
Boca do Acre, Canutama, Pauini, Eirunepé, São Paulo de Olivença, Tonantins, Ipixuna e Caapiranga são os municípios amazonenses que têm seus gestores municipais sob julgamento da Justiça Estadual. Dentre as principais irregularidades apontadas pelo Ministério Público contra prefeitos do Amazonas estão a não prestação do uso de dinheiro público ou a reprovação das contas das administações municipais, ou seja, infração de artigos do Código Penal, do Decreto-Lei 201/67 ou da Lei Federal nº 8.666/93.
A prefeita de Boca do Acre, Maria das Dores Munhoz, e a prefeita de Pauini, Maria Barroso da Costa, foram denunciadas à Justiça pela não prestação de contas da administração ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) dentro do prazo legal, cometendo a infração do art. 1º, inciso VI, do Decreto-Lei 201/67. Os dois processos estão em andamento no TJAM, com movimentações no mês de maio. O prefeito de Canutama, João Ocivaldo de Amorim, também foi denunciado pelas mesmas infrações, e seu processo foi despachado à Procuradoria Geral de Justiça na última segunda-feira, 11 de maio de 2012.
O prefeito do município de Eirunepé, Francisco Dissica Tomaz, além de ter as contas públicas de sua administração (2009) reprovadas pelo TCE, também foi denunciado por difamação contra o Promotor de Justiça da Comarca, cometendo infrações do Decreto-Lei 201/67, do Código Penal e da Lei Federal nº 8.666/93. Os dois processos também tramitam no TJAM, com movimentações de maio de 2012 para o primeiro processo e de março para o processo por difamação.
Os prefeitos de São Paulo de Olivença, Raimundo Nonato Martins, e de Tonantins, Simeão Garcia Nascimento, foram denunciados por deixarem de prestar contas de suas administrações ao TCE dentro do prazo legal. Os processos estão em andamento na Justiça do Amazonas com movimentações datadas de maio de 2012. Já a prefeita municipal de Ipixuna, Ana Maria Farias de Oliveira, foi denunciada por ter as contas da prefeitura (2009) julgadas irregulares pelo Tribunal de Contas Estadual, com infrações do Decreto-Lei 201/67 e da Lei nº 8.666/93.
O prefeito do município de Caapiranga, Antônio Ferreira Lima, foi denunciado pelo Ministério Público por cometer diversas irregularidades, levando prejuízos ao erário municipal. A prefeitura de Caapiranga teve as contas reprovadas pelo Tribunal de Contas, onde foram detectadas múltiplas infrações em obras realizadas no município durante o ano de 2009, que também envolvem o denunciado Flávio Castro dos Santos, proprietário da empresa Construtora de Obras e Serviços F. Castro dos Santos. O processo contra o prefeito de Caapiranga encontra-se em andamento no TJAM, com a última movimentação datada de 11 de junho de 2012.
Fonte:MP-Am,

MUNICÍPIOS DEVEM ELABORAR O PLANO LOCAL DE HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL


A Secretaria Nacional de Habitação do Ministério das Cidades – SNH/MCidades é responsável por acompanhar e avaliar, além de formular e propor, os instrumentos para a implementação da Política Nacional de Habitação - PNH, com o objetivo de promover a universalização do acesso à moradia. Dentre as atribuições da SNH, destaca-se a consolidação do Sistema Nacional de Habitação de Interesse Social – SNHIS. Para tal, a SNH tem realizado diversas ações que vão do apoio técnico aos entes federados e aos setores produtivos até a promoção de mecanismos de participação e controle social nos programas habitacionais.
A lei que institui o SNHIS, Lei 11.124 de 2005, prevê, em seu art. 12, que os Estados e Municípios, ao aderirem ao SNHIS, se comprometem a elaborar seus respectivos Planos Locais de Habitação de Interesse Social – PLHIS. A apresentação do PLHIS é condição para que os entes federados acessem recursos do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social – FNHIS.
O PLHIS constitui um conjunto articulado de diretrizes, objetivos, metas, ações e indicadores que caracterizam os instrumentos de planejamento e gestão habitacionais. É a partir de sua elaboração que municípios e estados consolidam, em nível local, a Política Nacional de Habitação, de forma participativa e compatível com outros instrumentos de planejamento local, como os Planos Diretores, quando existentes, e os Planos Plurianuais Locais.
Considerando as especificidades dos municípios com população abaixo de 20 mil habitantes e fora de região metropolitana e, de maneira geral, a baixa capacidade administrativa e de mobilização de recursos destes municípios, verificou-se a necessidade de o processo de elaboração dos planos ser simplificado para esse perfil de município.
Convencido da importância da regularidade desses municípios, o Conselho gestor do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social - CGFNHIS, por meio da Resolução nº 37, de 08 de dezembro de 2010, determinou que os municípios abaixo de 20 mil habitantes e fora de região metropolitana deverão realizar seus planos de habitação nos moldes da Instrução Normativa nº 15, do Ministério das Cidades.
É importante mencionar, ainda, que a SNH/MCidades promoverá um Curso de Ensino à Distância para apoiar os municípios no processo de preenchimento do PLHIS Simplificado.

Critérios para elaboração do PLHIS simplificadoClique aqui  e saiba se seu município atende aos critérios para elaboração do PLHIS simplificado
Recuperação de SenhaCliquei aqui para mais orientações para recuperação de senha de acesso para elaboração do PLHIS Simplificado
FormulárioFormulário eletrônico do PLHIS Simplificado
ManualManual do PLHIS Simplificado
Anexos do Manual
    
Anexo 01 - Lei nº 11.124/2005    Anexo 02 - Resolução nº 2, 24 de agosto de 2006   Anexo 03 - Resolução nº 36, 8 de dezembro de 2010    Anexo 04 - Resolução nº 37, 8 de dezembro de 2010    Anexo 05 - Instrução Normativa nº 85, 28 de dezembro de 2010   Anexo 06 - Instrução Normativa nº 15, 10 de março de 2011    Anexo 07 - Modelo de Regimento Interno do Conselho Gestor do Fundo Local de HIS
    
Anexo 08 - Modelo de Portaria de Designação dos Conselheiros
    
Anexo 09 - Modelo de Ata, Declaração ou Resolução de Aprovação do PLHIS

VEJA A MATÉRIA NO SITE DO MINISTÉRIO DAS CIDADES

Antônio Lima - Prefeito de Caapiranga - na Mira do TJAM

O Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) decidiu, por 8 votos a 6, receber denúncia oferecida pelo Ministério Público contra Antônio Ferreira Lima, prefeito deCaapiranga,também por crime de Responsabilidade Fiscal - atraso na prestação de contas.
Relator do processo, o desembargador Mauro Bessa votou pelo recebimento da denúncia. Anteciparam seus votos com o relator os desembargadores Graça Figueiredo, Cláudio Roessing Sabino Marques e Paulo Lima. O desembargador Yedo Simões pediu vista dos autos em mesa e votou no mesmo sentido como já havia votado na denúncia contra o prefeito de Canutama. Isto é, o desembargador não aceitou a denúncia "por ausência de Justa Causa", uma vez que, na sua interpretação, não viu provas, na denúncia do MP, de que houve ofensividade e lesividade ao bem público por parte do prefeito do município.

Mão pesada da Justiça mira Flávio Castro, dono da empresa F. Castro dos Santos em Caapiranga

O prefeito do município de Caapiranga, Antônio Ferreira Lima, foi denunciado pelo Ministério Público por cometer diversas irregularidades, levando prejuízos ao erário municipal. A prefeitura de Caapiranga teve as contas reprovadas pelo Tribunal de Contas.
Foram detectadas múltiplas infrações em obras realizadas no município durante o ano de 2009, que também envolvem o denunciado Flávio Castro dos Santos, proprietário da empresa Construtora de Obras e Serviços F. Castro dos Santos
A empresa citada ganhou vários processo  licitatórios no Município de  Caapiranga e, assim construiu inúmeras obras com  irregularidades verificadas, pelos órgãos fiscaliza dores do Estado.
O processo contra o prefeito de Caapiranga e Flávio Castro, encontra-se em andamento no TJAM, com a última movimentação datada de 11 de junho de 2012. 

5 municípios do Amazonas com FPM bloqueados pela Receita Federal do Brasil


A Secretaria da Receita Federal do Brasil bloqueou, ontem dia 13 de junho, o FPM - Fundo de Participação dos Municípios, de mais 4 municípios:
Guajará
Iranduba
Itapiranga
Tonantins

Além desses municípios, Parintins já está  com o FPM bloqueado desde o  dia 13 de março de 2012, há 3 meses  que não recebe FPM, devido a uma dívida de cerca de R$ 2milhões de reais junto a Secretaria da Receita  Previdenciária. Enquanto não houver um parcelamento ou quitação da dívida, o município ficará sem receber os recursos do FPM.  

MPE identifica fraude no ‘Bolsa Família’ em Coari

 Por: emtempo

O Centro de Apoio Operacional e Combate ao Crime Organizado (CAO-Crimo) do Ministério Público do Estado (MPE-AM) identificou parentes de políticos e empresários beneficiados pelo programa Bolsa Família no município de Coari. Entre estes, 15 são familiares do prefeito, Arnaldo Mitouso (PMN). Ele ainda será investigado por ter colaborado com irregularidades em licitações que chegam a R$ 10 milhões e contratação irregular de ex-cabos eleitorais para trabalhar no Executivo.

O chefe do CAO-Crime, promotor Fábio Monteiro, contou que entre os familiares do prefeito que recebem o “Bolsa Família” está o neto de Arnaldo Mitouso. De acordo com o relato de moradores aos membros do MPE-AM, a criança não mora com a mãe — contrariando o principal quesito para ingresso no programa federal — e é mantida pelo prefeito que recebe um salário de R$ 22 mil ao mês para administrar a cidade.

Segundo ele, os documentos coletados na prefeitura que demonstram a possível fraude estão sendo analisados e devem ser encaminhados para apuração do Ministério Público Federal (MPF).

O promotor informou que as irregularidades em licitações foram confirmadas pelos próprios secretários municipais que, além de gestores, são os proprietários das empresas que fornecem para a prefeitura. “Eles (secretários) confirmaram que são os donos das empresas. Agora como pode o gestor ser também o fornecedor? Essa situação vai contra o  princípio da legalidade moral e contra a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF)”, disse.

MPE conclui varredura em três cidades

Com o fim da inspeção em Coari, o MPE-AM concluiu a “varredura” nas contas, contratos e convênios em três municípios do Amazonas. A ação do CAO-Crimo iniciou-se em outubro do ano passado em Parintins e teve continuidade no mês seguinte em Boa Vista do Ramos.

Na terra do boi-bumbá, os promotores identificaram fraudes na arrecadação de impostos e em processos licitatórios, além do mau uso da verba pública e favorecimento de empresas. Segundo Fábio Monteiro, há imóveis em Parintins que foram subvalorizados para que os proprietários pagassem menos impostos.

O promotor informou que ingressou com uma ação penal e pediu que o MPE-AM ingressasse com uma ação por improbidade administrativa contra a prefeitura.

Em Boa Vista do Ramos, o órgão identificou fraude no programa Bolsa Família, com a distribuição de cartões do programa federal para duas mil pessoas que não se enquadravam no perfil para serem  beneficiárias, além de fornecedores “fantasmas” e licitações fraudulentas.

COMO PLANTAR CORRETAMENTE EM VASOS

Após escolher a planta que deseja, o primeiro passo é decidir-se pelo vaso. No mercado existe uma infinidade de estilos, formatos e tamanhos de recipientes que se prestam bem ao cultivo de plantas, fabricados nos mais diversos materiais. Os principais são cerâmica, amianto, plástico, fibra de coco e fibra de vidro. Conheça os prós e os contra de cada um.

Vasos de barro ou cerâmica são os mais comuns e, também, os mais apropriados para a maioria das plantas. Sua grande vantagem é a porosidade, que permite boa drenagem da água e arejamento – desde que não sejam pintados, naturalmente. Por esta sua característica de porosidade, as plantas ai plantadas requerem regas mais frequentes.

Vasos de cimento ou amianto, por terem baixa porosidade requerem uma camada maior de material de drenagem (argila expandida, seixos, pedregulhos ou cacos de telha) e regas menos frequentes.

Plástico e fibra de vidro são muito utilizados. A grande vantagem dos de plástico é o preço e a leveza. Os de fibra são a beleza e a durabilidade. Em todo caso, ambos têm porosidade quase zero e requerem melhor sistema de drenagem e poucas regas.

Os de fibra de coco retêm a umidade e são ótimos para plantas que gostam de muita água e umidade.

Feita a escolha do modelo e material, atente para o tamanho do vaso. Nada é mais esquisito do que uma planta pequena num vaso muito grande ou vice-versa. Não existem regras definidas para isso. Senso de proporção é a palavra chave.


Drenagem
É nesse item que a maioria das pessoas erra. Exceto os vasos de fibra de coco, todos os demais devem ter furos no fundo. O correto é criar sobre este furo, uma camada de drenagem, que significa um pouco de argila expandida, pedregulho, seixo ou cacos de telha, para facilitar o escoamento do excesso de água e, ao mesmo tempo impedir que a terra escorra pelo fundo do vaso, para que isso não ocorra, além dos pedregulhos é importante colocar sobre eles uma pedaço de manta geotêxtil (a mais conhecida é a manta de bidim) antes da colocação da terra.

Após a execução da drenagem, coloque a terra até a metade do vaso, instale então a planta. Certifique-se de que as raízes estão assentadas naturalmente, se elas forem muito grande, não receie podá-las um pouco.

Mantenha a planta ereta no lugar, e vá completando a terra, socando-a de vez em quando. Ao final aperte com as mãos a terra em volta da planta, e certifique-se de que ela está firme no lugar. Regue generosamente para a terra assentar, o ideal é que ela fique a um cm. da borda.

Adubação
Não é conveniente adubar as plantas recém compradas, duas semanas depois da compra é um bom momento para começar. Mas faça isso com critério. Uma vez por mês, principalmente na primavera e verão.
Fonte: Revista Natureza